Preservar o passado é tarefa de todos nós
A destruição do passado ou melhor, dos mecanismos sociais que vinculam nossa experiência pessoal à das grandes gerações passadas é um dos fenônemos mais característicos e lúgubres do final do século XX. Quase todos os jovens de hoje crescem numa espécie de presente contínuo sem qualquer relação orgânica com o passado público da época em que vivem. Por isso os historiadores, cujo ofício é lembrar o que os outros esquecem, tornam-se mais importantes que nunca, no início deste milênio.
Jornalista / Memorialista







